VBMais 20 – Aborto

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Epis citados/complementares:

VBMais 03 – Drogas

VBMais 08 – Eutanásia

VB 08 – Falácias
VB 28 – Paradoxos

Errata: “Grão de areia” foi usado muitas vezes com a frase “monte de areia” em mente.

Referências:

Cesar–

Abortion law (artigo, Wikipedia)

8 mitos sobre o aborto (artigo, Superinteressante)

Crossing the ‘abortion desert’: Women increasingly travel out of their states for the procedure (artigo, LATimes)

What Actually Happens When You Have An Abortion? (video, AsapScience)

A Igreja já tolerou o aborto (artigo, Superinteressante)

Abortion and crime: who should you believe? (artigo, Freakonomics)

Interview With a Woman Who Recently Had an Abortion at 32 Weeks (artigo, Jezebel)

Protesto em favor do aborto reúne milhares no Chile (artigo, IstoÉ) –link adicionado pós-gravação

Consider The Lobster (livro*, David Foster Wallace) –link patrocinado (*capítulo 4)

 

Uiliam–

Quando a vida começa? (artigo, superinteressante)

Como o aborto é tratado ao redor do mundo (artigo, superinteressante)

Argumentação laica e ateia contra o aborto (artigo, Aleteia)

Pedro–

Especialista Isabela Mantovani apresenta números estatísticos a respeito do aborto (vídeo, YouTube)

Testemunho -O que não te contaram sobre o aborto (vídeo, YouTube)

A pergunta mais importante sobre o aborto – Dennis Prager (vídeo, YouTube)

Padre Paulo Ricardo Denuncia Estratégia Para Legalizar o Aborto No Senado (vídeo, YouTube)

Palestrante dá lição em esquerdista numa palestra sobre a maternidade em África (vídeo, YouTube)

Aborto: Dilatação e Evacuação (D & E) (vídeo, YouTube)

Sobrevivente de aborto testemunha no Congresso  (vídeo, YouTube)

Ben Shapiro Destroys The Abortion Argument (vídeo, YouTube)

Reversing Roe: The Norma McCorvey Story (1 of 3) (vídeo, YouTube)

 

2 thoughts on “VBMais 20 – Aborto

  1. Parabéns pelo trabalho!!
    Sempre há um tema interessante publicado por vocês e ouvir o Podcast no trajeto do trabalho enquanto dirijo faz eu não me importar tanto com o engarrafamento (y) é a primeira vez que comento mas já escuto o podcast há algum tempo, e o que falou do aborto realmente me incentivou a comentar.
    Uma coisa que me intrigou e achei estranho o Pedro não comentar é que não consideraram o fato de que a mulher que escolheu se submeter ao risco, uma vez que, sabendo que não queria uma criança ( por motivos: estéticos, financeiros, parceiro errado, não lembrava quem era o pai etc… ) mesmo assim resolveu deliberadamente transar. É duro parece machista mas é verdade. E é claro, a covardia não é da mulher apenas, mas do irresponsável que penetrou nela sem pensar nas consequências. Acredito que em muitos casos a mulher é incentivada diretamente a fazer ao aborto pelo parceiro (covarde/irresponsável) … a questão é simples: Não tem maturidade ou condição financeira para assumir seus atos, não haja como homem, porque não é ainda. É claro que estamos falando de casos em que a mulher não foi estuprada, daí entendo perfeitamente, caso contrário, ela abriu as pernas, quem disse que não foi escolha dela? desculpe o requinte de agressividade mas acho que a questão não é tão banal, eu na grande maioria dos casos tenho concordado com o Cesar, pensamos parecido sobre alguns temas, mas este certamente não. rsrsrs . De qualquer forma, vocês estão de parabéns !!! por favor continuem!! Grande abraço!!

    1. Fala, Bruno –Cesar aqui. Em primeiro lugar, obrigado por nos escutar e por deixar seu comentário. A interação com ouvintes é um dos nossos maiores motivadores para continuar o pod.

      Sobre seu ponto da mulher ter responsabilidade pela gravidez por ter “escolhido transar”, queria lembra-lo que, normalmente, “não quero ter um filho” não é o que duas pessoas estão pensando momentos antes e durante o ato sexual. Mesmo desconsiderando casos no qual alguma forma de proteção é usada, mas falha (que, como citado no epi, são os que mais geram busca pelo aborto), o grau de consequência para a mulher e o homem não é equiparável ao peso de suas “decisões” iniciais. Como você provavelmente sabe, a sociedade não obriga nenhum homem a ser “pai”; no máximo, tem que pagar pensão –o que não muda drasticamente em nada sua vida. Já as mulheres, mesmo que escolham colocar a criança para adoção depois, tem 9 meses garantidos de mudanças corporais e hormonais que as afetarão pelo resto de suas vidas. Repito para ênfasis: o resto de suas vidas. O corpo da mulher nunca volta a ser o mesmo após uma gestação (fato), assim como seu vínculo emocional com o ser concebido nunca desaparece, por mais fria, distante ou inexistente seja a relação pós-parto (especulação minha baseado em nunca ter lido ou ouvido falar de uma mãe que não sabe quantos filhos teve). Enfim, meu ponto é que, a menos que você considere “responsabilidades” oriundas de crenças no sobrenatural, não há nada que justifique a mulher “ter que” passar por um processo e sofrer consequências não aplicavéis ao homem, quem também decidiu igualmente, sabiamente ou não, fazer sexo. Em um contexto judicial, não seria justo aplicar sentenças diferentes a homens e mulheres se ambos fizeram a mesma “escolha” nas mesmas circunstâncias (como roubar um veículo)… seria? Veja bem.

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