VBMais 02 – Imigração

Imigração: quando é benéfica, quando não? Se trata de um processo que precisamos restringir ou de um fenômeno ao qual devemos simplesmente melhor nos adaptar? Veja bem.

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Referências:

(Novo – adicionado 07/02/2017) – Immigrants do not increase crime research shows (artigo)

“Migração é um direito humano?” Episódio do Freakonomics podcast no tema

Ted-Talk do Auto Comissário da ONU para Refugiados

Como obter trabalho mais rápido no país anfitrião é essencial para mitigar a crise dos refugiados

Demanda por profissionais em certas áreas (STEM) nos EUA (2014)

Limite de vistos concedidos para profissionais nos EUA em 2014

Movimentação de armas químicas na Europa

Barack Obama e a crise de refugiados

Explicação de Al-Taqiyya (Islã)

Comentários em relação à argumentos libertários sobre imigração de um famoso colunista brasileiro

Análise de fluxo migratório da Africa para a Europa

Análise de custos e benefícios a longo e curto prazo da migração na Europa

 

4 thoughts on “VBMais 02 – Imigração

  1. Imigração é um fator importante que faz a história mundial. Tanto no aspecto da mistura socioeconômica quanto cultural.
    Tem e deve existir para a sociedade mudar gradativamente.
    O que não deve existir é a xenofobia, a negação do recebimento de imigrantes e restrição de entrada no país.
    Na história, por exemplo, a França colonizou alguns países Árabes. Agora, o povo precisa da França para se refugiar/imigrar por outro motivo. E assim vai acontecendo o movimento histórico.
    Tks!

  2. Eu acho que não se pode negar a imigração mas tem que haver um bom senso dos lideres, de que o que o pais e a economia pode suportar e ter uma gestão sensata para trazer benefícios ao pais com a imigração. Pois as pessoas e a mídia falam que é ruim a imigração porque não há uma boa colocação para as funções das pessoas imigrantes,

    1. Cesar aqui. Valeu por compartilhar o link e fomentar essa discussão!

      Lembro de ter explicitamente evitado esse papo no podcast de regulamentar a cultura imigrante porque não me julgo com conhecimento suficiente de cada cultura (principalmente a islâmica) pra elaborar no que pode, não pode, etc.

      Nesse caso, contudo, acho que está claro que ceder essa brecha não é a melhor escolha. Se eles forem casados para o país anfitrião, okay. O Estado não tem direito de quebrar uniões já estabelecidas no país de origem. Permitir que eles se casem lá, porém, vai contra leis democraticamente consolidadas que visam o melhor para a nação em questão. “Minha casa; minhas regras” faz sentido nesse cenário já que ir no caminho contrário implica um recesso no que diz respeito aos diretos da mulher/criança/adolescente.

      Acredito que apenas “proibir e pronto” não seja a melhor opção, porém. Como eles mesmo dizem no artigo, esses casamentos muitas vezes são usados para a proteção. Seria ideal, portanto, que eles estudassem uma alternativa ao casamento que confira os mesmos benefícios, como alas somente femininas nos abrigos ou segurança diferenciada para famílias com jovens adolescentes que a requisitarem. Sei que isso soa como utopia nas condições atuais dos asilos de refugiados, mas só uma proibição dessa prática não fará diferença nenhuma; a não ser gerar mais ressentimento nos imigrantes que veem nessa tradição uma forma de se proteger.

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